Aperte play e veja a edição acontecendo. Cada cena mostra o que entra na tela, onde cortar e por quê. O mesmo molde serve para "Simples, assim.", "Quem compra, sustenta" e as outras séries.
As linhas tracejadas são as áreas que o Instagram cobre com botões. Texto nunca entra nelas. Silhuetas e [colchetes] são marcadores: na produção entram o rosto e os dados reais.
Corte seco no rosto, já falando. A frase de impacto aparece na tela antes do primeiro segundo acabar.
Edição: zoom de 118% para 100% em meio segundo, selo da série em cima, sem "olá, pessoal".Imagem do local com a voz dele por cima. Quem assiste precisa ver onde é.
Edição: movimento lento na imagem (efeito Ken Burns), tarja com endereço entrando pela esquerda, legenda da fala.Um fato por corte: o que prometeram, quanto custou, quem responde. Número grande na tela.
Edição: corte a cada 2 ou 3 segundos no respiro da fala, flash branco curto entre os fatos, numeração caindo.O documento na tela é o que separa cobrança de opinião. Protege ele e dá credibilidade.
Edição: print subindo, marca-texto laranja passando no trecho que importa, tarja com a data do pedido.Ele marca a volta. É o que transforma um vídeo em série e faz a pessoa seguir para ver o próximo.
Edição: calendário girando com "volto em 30 dias", rosto de novo em close."Simples, assim." como carimbo e um pedido só: mandar a próxima cobrança.
Edição: carimbo vermelho batendo, cartão branco com a chamada, música sobe nos 2 segundos finais.